ARPANET

Podemos dizer que Arpa foi a mãe da Internet, desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, tinha o objectivo de conectar as bases militares e os departamentos de pesquisa do governo americano. Esta rede teve o seu berço dentro do Pentágono e foi batizada com o nome de ARPANET.

A Arpanet foi totalmente financiada pelo governo Norte-Americano, que tinha como objetivo desenvolver uma rede de comunicação que não os deixassem vulneraveis, caso houvesse algum ataque soviético ao Pentágono.

Usando um Back Bone que passava por baixo da terra, ARPANET ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota única para as informações, tornando-se quase indestrutível.

No inicio da decada de 70, universidades e outras instituições que faziam trabalhos envolvidos à defesa, tiveram permissão para se conectar à Arpanet, e em meados de 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Pesquisadores que trabalhavam na Arpanet estudaram como o crescimento da rede alterou o modo como as pessoas a usavam.

No final dos anos 70, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comutação de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado, foi então que a ARPANET começou a usar um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol).

Actualmente existem cerca de 400.000.000 de computadores permanentemente conectados à Internet, além de muitos sistemas portáteis e de desktops que ficavam online por apenas alguns momentos. (informações obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, [1]).

BRIC

BRIC é o termo cunhado pelo grupo Goldman Sachs para designar os quatro principais países emergentes do mundo, a saber: Brasil, Russia, India e China. Usando as últimas projeções demográficas e modelos de acumulação de capital e crescimento de produtividade, o grupo Goldman Sachs mapeou as economias dos países BRICs até 2050. Especula-se que esses países poderão se tornar a maior força na economia mundial.

Se os resultados correrem como esperado em menos de 40 anos as economias BRICs juntas poderão ser maiores que as dos G6 (Estados Unidos da América, Japão, Inglaterra, Alemanha, França e Itália) em termos de dólar americano (US$).

O termo surgiu depois de tratatos de cooperação e comércio assinados em 2002.

O estudo ressalta que cada um dos quatro enfrenta desafios diferentes para manter o crescimento na faixa desejável. Por isso, existe uma boa chance de as previsões não se concretizarem, por políticas ruins, simplesmente má sorte, ou por erro nas projeções.

Mas se os BRICs chegarem pelo menos próximos das previsões, as implicações na economia mundial serão grandes. A importância relativa dos BRICs como usina de novas demandas de crescimento e poder de gasto pode mudar mais sensível e rapidamente do que se imagina a economia mundial.

O grupo possuirá mais de 40% da população mundial e juntos terão um PIB de mais de 85 trilhões de dólares (US$). Esses quatro países não formam um bloco político (como a União Europeia), nem uma aliança de comércio formal (como o Mercosul e ALCA) e muito menos uma aliança militar (como a OTAN), mas formar uma aliança através de vários tratados de comércio e cooperação assinados em 2002 para alavancar seus crescimentos.